quarta-feira, 17 de junho de 2015

MESMA ESSÊNCIA

Quando, a solidão impera.
Em meio, a tanta turbulência.
Faz-se sonhar, nova era...
Alguém, com a mesma essência.

Uma janela aberta, á noite.
Caindo estrelas do céu.
Ponta aguda, de um açoite.
Escorregado, em meu dedo, anel.

Querendo expressar uma fonte.
De onde rege essa calmaria.
Quando a lua e o sol, na ponte.
Cruzam as luzes, á revelia.

Olho-te de longe, nem sei.
Se existes, ou miragem, qualquer.
Entre tudo, que amo, e amei...
Mas, algo mais, sempre se quer.

Tropeças entre, uma vastidão.
Onde somente tu, a alcança.
Cai dentro de meu coração.
Que como rede, suave balança.


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