sábado, 20 de junho de 2015

AO QUE DIZEM

Deixo minha resposta, ao segredo.
Quando nenhuma palavra compraz.
Que desnecessário enredo...
Jamais decretou estado de paz.

As ruas cortadas, e suas paralelas.
Inventam paradeiros á multidão.
Sempre abertas ventiladas janelas.
Jamais sucumbem, á interrogação.

Ao que dizem saber, porém inventam.
As respostas, sem alguma interrogação.
Aparvalhados, preocupados tentam...
Distraírem a dor, com alheia sedação.

Orgulho desvanece, cala sabedoria.
Feito vento
vara,e sem ordens dadas.
E ao comando de uma ventania.
Roçam palavras, ao vento, jogadas.

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