quarta-feira, 17 de junho de 2015

COMO FIRMAMENTO

As estrelas jamais, em imensidão apagam.
Sonho antigo, desenhado, em pergaminho.
Emoções intensas, simplesmente vagam.
Seduzindo um ritmado um arminho.

Quando, palavras escorrem pelos dedos.
Sonhos, assim, soletrados vagarosamente.
Estrela assenta, redige um segredo.
Pousando no sonho, com brilho rente.

Lindos olhos brilham, cheios de paixão.
Que deságuam, em tantos termos.
Como o mar dormindo, em ebulição...
Ondas cálidas, borbulhando á ermo.

Assim, a altivez encíclica, do amor.
Enobrece mediante qualquer paixão.
Responde á friagem, com vital calor.
Temperado sempre, de muita emoção.

Faz da vida, uma eterna oração.
 Generosidade, em compostas linhas.
Serenada entoando uma gratidão.
Voejar levemente, feito andorinhas.

Sempre chega, em outras paragens.
Aquecendo o frio arrebatador.
Como firmamento, abraçada estiagem.
Sempre depois, da tempestade, se por.

Ignorada ciência, de onde, ilusão reside.
Com asas raras, em revoadas inerentes.
Quando pulcro e raro, sentimento incide.
Fará refugiar-se, constantemente.

Traz em si a desejada felicidade.
Singularidade em compleição vital.
O amor, imensa luz de claridade.
Sentenciando qualquer ideal.


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