sábado, 20 de junho de 2015

COMO GOSTAS

Perdoe, ao que fiz sem pensar...
Jeito este me entristece, demasiado.
Eu sei, não soube direito te amar.
Contudo o coração, amargurado.

Voltei pelo mesmo caminho...
Entendida depois de ti, solitária.
Sonho a dois, vivido sozinho.
Alimentado, em alegria precária.

Teu rosto lindo, olhos noturnos.
Fizeram promessas impossíveis.
Perdi o rumo, costumes e turnos.
Vertidas as lágrimas invisíveis.

Leve contigo a verdade suposta.
E dentre certeza o que ansiares.
Abrace  a vida, como gostas.
E deslembre, de me lembrares.

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