sábado, 20 de junho de 2015

TARDIAS

Tardias serenatas, o momento acode.
Quando sensível, a alma estagnada.
Sentimento, contudo, nem mais pode.
Um corpo sofrível, uma alma lacrada.

Tardias esperanças, o vento varrendo..
Dentre o barulho, das ondas, na areia.
Desfeitos sonhos, também correndo.
Errando um alvo, desesperança ateia.

Tardias essências, sentimento algum.
Além do espasmo, tristonho e omisso.
Perdidos sonhos, coeficientes nenhum
Coletando os corpos,ao amor corrediço.

Tardias tristezas, como chorar no fim.
Quando, sem sonho, invalidado tecer.
Macilenta chama, o apagado estopim.
Jamais conseguindo, uma luz ascender.

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