quarta-feira, 17 de junho de 2015

ILUSÃO

A ilusão pertencida ao sonhador.
Jóia guardada, para posteriormente.
Para suportar, imenso dissabor.
Jamais caberá ,ao dedo pertinente.

A felicidade perpassa, a escuridão.
Pessoal e fria, quanto displicente.
Deixa escorregar pela mão...
A delicadeza, gritante do presente.

Tempo, contrariando, comumente.
Como vento sombrio, assopra.
E na secura vergando vertente.
Um tresloucado pesadelo alopra.

E o sol da tarde, piscando lento.
Prenunciando o apagão do dia.
Juntando o sonho e seu invento.
Espraiando dentre ventania.





Nenhum comentário:

Postar um comentário