quarta-feira, 17 de junho de 2015

LIMITE

 Águas rolam, para chegarem, enfim.
Silenciosas, marcam o tempo devagar.
Retocando lindo céu,cor nanquim...
Mar sombrio, desce lindo, de encantar.

Povoando nossas vidas, às histórias.
Esmiuçadas, atraentes conclusões...
Lembranças, livro das memórias.
Invadem,moram em outras dimensões.

O que se pode, ás vezes, felicidade.
Sucessivamente quanta indecisão.
Contado os dias, em asas da liberdade.
Porém, sempre mais, vai ao coração.

Esticam espaço, algo faz retroceder...
Entranhes maior, tempos costurados.
Linda silhueta faz a alma embevecer.
Humanos limites, divino,  estipulado.


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