quarta-feira, 17 de junho de 2015

MOLDURA

O vosso retrato na Natureza sagrada.
Onde o arco íris se encontra com horizonte.
O vento sopra em direção alternada.
Porém, faz redemoinho, na água da fonte.

O dia contém todos os sinais gritantes.
Em belezas se pende, com chuva ou ensolarado.
Desabrochares de neves, ou sóis escaldantes.
E num abraço, vosso contínuo recado...

O retorno baliza vossa presença altiva.
Em constituição da engenharia perfeita.
Percepções maiores, que a fé sempre aviva.
Onde vosso olhar pisca...E o sol se deita.

O recanto dos vales, as árvores belas.
Que verde ou ressequidas, se mantém.
Deixando explícitas, lindas sequelas.
Pois, que vossos vestígios, elas mantém.

O silêncio dos mistérios, que nos envolvem.
A vossa ciência que desafia grilhões.
As flores ilibadas, que as primaveras devolvem.
Um encanto divino, a tocar corações.

O contraste chocante, que descaso tem.
Algo implícito, que sempre combinado.
Enodoar vossos Meios, que extirpa o bem...
Mas vós os refazeis, na lei do retornado.

Espalhastes o amor, em formas concretas.
Em abundância, graça, e criatividade.
Em providências unânimes, divinais arquitetas.
A beleza dos campos, a manter as cidades.

Com a luz que acende, moldura que entalha.
Em matéria prima, que vosso plano abastece.
Sois gramados autênticos, fé que espalha.
Sois nosso Pai, que cuidando da messe...

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