quinta-feira, 25 de junho de 2015

PERDOADA

Com esse teu coração desbravador.
Perpassada calçada, do entendimento.
Que esbanja saudade, cura a dor,
Único sentido, para meu sentimento.

Cativada sempre, portanto bastante.
Jamais basta á distância agüentar.
Essa procura inútil e ofegante...
Em sonho tenta, nos acostumar.

E porque o sol está se assentando.
Arrepio, já prenuncia a chegada.
Inverno carrancudo, assim, quando.
Imagem, tão longe, tão pronunciada.

 Perdoada tanto, pois sou, assim menor.
Diante da imensidão, contida na alma.
Coragem me falta, em teu redor...
Quanta dor suportar, triste e calma.


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