quarta-feira, 24 de junho de 2015

COMO POEMA

Um vento leve, uma melodia.
Feliz desvenda, tanto encanto.
Abóbada celeste, em alegoria.
Céu mesclado, pintura de santo.

Poemas feitos de sentimentos.
Do pensamento, entre os dedos.
Sorrir, enxugar os prantos.
Em uma janela, fluir segredos.

E o infinito, eterna promessa.
Jamais transcorrer, despercebido.
Esperança alinhada, ré confessa...
Ao se emprestar, ao prometido.

Jogando amor, abre comportas.
Crava um alento, firme emblema.
Aos ventos, estiradas e mortas.
Chegar e renascer como poema...


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