quinta-feira, 25 de junho de 2015

DESALENTOS

Quando a inspiração em lisura.
Infinito da alma, perdida nos mundos.
Aos poetas, sentida conjectura.
Versejando, desalentos profundos.

Reconheço qualquer verso solto.
Assim, tentando palavras rimar.
Quando caindo, um poema envolto...
Em versos doridos, triste a vagar.

Poesias captadas, tão lentamente.
Ventos temáticos, riscados em versos.
Tua imagem teimosa e inconseqüente.
Deixa, meus pensamentos dispersos,

Quando a lua, desvendado segredo...
Depois abandonado ao amanhecer.
Relatado esse, meu maior medo.
Amar um poeta,só para sofrer.


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