quinta-feira, 18 de junho de 2015

RECONSTRUÇÕES

Sabem teus olhos, como diria eu.
Toda verdade, sobre meus dias.
Mas, compreendido sonho encolheu.
Como a timidez, das alegrias.

Que aos poucos divergiram...
Impolutas e atordoadas, tais condições.
Quando outros sonhos surgiram.
Pondo minha vida, em reconstruções.

Sabe teu coração desocupado.
Vagar pelas encostas, da temporada.
Rotulado eixo frio e vazado...
Como uma multidão desencontrada.

Completamente vazio desentendido.
Um despenhadeiro perigoso...
Quando ausenta verdadeiro sentido.
Eterno inverno, triste, rigoroso...

Guardo ao sol claro, poético contato.
Que me aquece sempre, em vida nova.
E ao teu coração, ainda inato.
Mantido até o fim, á dura prova.


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