quinta-feira, 25 de junho de 2015

SENTINELAS DA TARDE

 Lembranças, por vivas alamedas.
Revirando as sombras do passado.
Embriagadas tardes, em labaredas.
Á noite, uma lua, um céu inspirado.

As lembranças, ainda, meio presentes.
Em sonho cansa, de guardar o perfume.
Destes, rotinas, cálidas e recorrentes.
Contemplações, estampadas nesse lume.

Sentinelas da tarde passam, brandidas.
Ao sol, em movimentos destemidos!
Soluções incólumes despidas...
Esconderijos incansáveis, perdidos.

Á alma da vida, numa expressão atenua.
Pencas floridas, também despetaladas.
Porém, leves olores, impregnada rua.
Cheiro de lembranças, bem desenhadas.


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