sábado, 20 de junho de 2015

SINUOSIDADES

As sinuosidades, quanto perdes,
Pena, mas tu, jamais saberás.
E disso tristeza,talvez herdes.
Dificuldades, tantas encontrarás.

Tu não sabes, jamais ouvirá,assim.
De toda entrega, em totalidade.
Teu destino, ao amor,mereceu,enfim.
Mas, certamente, apenas vaidade.

Vim assevera-te,palavras sinceras.
Pois, do contrário, morreria sem elas.
Sem meandro, muito menos, quimeras.
Sou uma porta, entre tuas janelas.

Jamais entendes direito,o coração.
Que não sabe, mais viver, sem mim.
Quando, te perdes em ilusão...
Depois voltas, recomeçando do fim.



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