segunda-feira, 20 de julho de 2015

ALGO MAIS

Quem sabe, diria eu, quem sabe...
Se a vida,se mantém,assim calada.
E sendo assim, em cada peito cabe.
Filtrar emoções, reiniciar jornadas.

Os quietos dias, em oscilações.
Aos quais sabemos, nos convencer.
Tantos abalos, términos de aversões.
Que só o amor, a sorrir, a volver.

Puras verdades as carregamos.
Espalhadas, dentre o ínterim.
Silêncio,e recíprocos, erramos.
Algo maior, do amor, sem fim.

Usurpar o tempo, recordando.
Imagens visíveis, e tanta paixão.
Em tempos de flores, juntando.
Doce aragem,indolor afeição.

Jamais importa, se tem passado.
Construímos o presente, que vem.
Coração frágil, cristal delicado...
Que nos asilou, nos guarda bem.

Algo mais sabemos, sempre bem.
Como estrela, pousada no infinito.
Condição acomoda, porque tem.
Páginas grafadas, do amor escrito.


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