quarta-feira, 1 de julho de 2015

CAMINHOS

Assim viver, continuamente.
Em momentos, desiguais...
Em circunstâncias, displicentes.
Em momentos, tão reais.


Alegrias ,rolam aos ventos.
Arejam bem ,ao coração.
Costurando ,os momentos.
Como nuvens, em borrão.

Que embaçam, as estrelas.
Mas, depois, viram histórias.
Vem o tempo ,a devolvê-las.
São os lapsos de glória.

O tempo, sempre à frente.
Puxa a fila, dá passagem.
Com cuidado, que vem gente.
De carona na viagem...

Eu plantei ,as minhas flores.
Para enfeitar, os teus caminhos.
Tristes e alteradas cores.
Murchas mudas, sem carinho.

Quando abraço, mora distante.
Bem atrás ,de uma montanha.
O silêncio,um gritante.
Que um caminho acompanha.



 

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