quarta-feira, 1 de julho de 2015

CLÁUSULAS

Entre veraneios, úmidos, cambiantes.
Quando sonhos, adentrado mormaço.
Uma fé ajustada, revividos instantes.
Repetidamente, como imenso abraço.

Solidão, a necessidade para rever.
Sorvendo aos poucos, a libertação.
Infindáveis momentos, a enternecer.
Catalogando sempre, nova emoção.

Silêncio amortece, intencional ruído.
Quando simplesmente, o sonho ornado.
Aguçada sensação, tocando o sentido.
Abrindo alas, contendo o centrado.

Crença pairando, dentro do costume.
O sonho ascendendo, como verdade.
Respeitoso fato, algo então resume.
Eterna concordância, a tal seriedade.

Sonhando sempre,entretanto,mesmo.
Recinto em calmaria, tom penumbrado.
Cláusulas intrigadas, quando eu, a esmo.
Jamais conseguindo,acatar o recado.



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