quinta-feira, 30 de julho de 2015

CONTIGO_SONETO

Celestial encanto, quando, tanto me custa.
Entorpece-me a visão, custoso, entender.
Um arremate perfeito, minha alma degusta.
A vida desmancha,o emaranhado viver...

Quanta coisa preparada, dentro do sonho.
Porém apoucadas, ante meu jeito singular.
Dentro destes, continuamente recomponho.
Cedendo resíduo sonhado, a levitar...

Tempo é tudo, possuidor elementar.
Circuladores meus, devaneios varados...
                                            Incrustadas sensações, inoperantes ao ar.
Construindo novos sonhos, dos reformados.

Contigo, a brisa, nunca mais me faltou.
Denso vento em trigais,branco vale tocou.


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