sábado, 18 de julho de 2015

LONGITUDINAL


Quando uma noite escondida sob o breu.
Escurecendo
umas estrelas pelas cidades.
Sonho antigo, como alguém desapareceu.
Passeando livre por uma aberta cavidade.

Longitudinal, dentre
 apenas um repique.
Contando do primeiro até último instante.
Permitindo então,que em mim signifique.
Eterna noite
, em sonho vivo, mirabolante.

Uma
investigação, compondo palavreado.
Perante  meus sentimentos, o lindo sonho.
Dentre o teu
silêncio astuto, cruel, lavrado.
Articulado ode
, simplesmente , componho.

Depois,
uma brisa carregando, para além.
Sobre as asas, a ventania, tanto obscurece.
Sob debruado
manto, a esperança  advém.
Ausentada presença ,e contudo permanece.

Teus abraços,
sempre lindas colinas feitos.
Imenso cílio
frondoso, caminho acompanha.
Constituição
rara, composta  veludos, peitos.
  
Deslizando levemente, na emoção tamanha.

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