terça-feira, 21 de julho de 2015

DOMÍNIOS DO AMOR

Amor, uma desentendida concepção.
Incidido projetado, sem uma definição.
Jamais amar, significa ter escolhido.
Somente o coração, entende esse sentido.

Quando ama, puramente, sem intenções.
Custando a crer, o que, sem mil razões.
Visto então, ao fato inerente importar.
Espaçadas passagens, deixá-lo entrar.

Contudo, amor, jamais só pura alegria.
Ensina a crescer, sempre em parceria.
Entender o amor, guardado no peito.
Um desentendimento, quase perfeito.

Quando o amor, induzido a perdoar.
Estica os limites, arranja um lugar.
Sendo infinito, a transgredir a razão.
Abrigado tranqüilo, dentro do coração.

Amo, deveras, em imensa proporção.
Ás vezes sentido, não caber no coração.
Porém, inexplicável, mas benevolente.
Domínios do amor, assim, completamente.


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