domingo, 12 de julho de 2015

GAIVOTAS

Quando, meu coração alçar vôo.
Dentre os arenitos, talvez, ileso.
Assim, a ele mesmo, perdôo.
Porém, jamais, doravante preso...

Meus mares, revoltos escoarão.
Aportando, meus navios cansados...
Turbulentas ondas, em arrebentação.
E gaivotas, em vôos, explanados.

Aliado consciente, voar instinto.
Os meus desejos, tomados formas.
Alados sonhos, notável labirinto.
Circundado das escritas, as normas.

Gaivotas voam, em pleno rasante.
Expostas, á uma liberdade, planada.
Como sonho fértil, mirabolante.
Revestida crença, agora adequada.

Expondo licença, ao sol liberal.
Dourando, a plumagem molhada.
Enternecido adeus, ao invernal.
Abrindo as portas, da temporada.






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