quinta-feira, 9 de julho de 2015

IDEAIS


Amor, versos,em alma escritos.
Singularmente, simples, dominador.
Alacridade ,ou sofrimentos infinitos.
Benfazejo, livre e contaminador.

Amor, tem seu espólio refletido...
E ao coração, para o suportar.
Mesmo recuando, ao imerecido.
Enfadonha carga, a carregar.

Jamais ,desagradado amor...
Quando instituída, essa verdade.
Complemento, ao único vencedor.
Quando exonerado ,em liberdade.

Repetidamente, poderá incidir.
Porém, amar doce contradição.
Uma existência ,para dividir
Ou prantear, dorida traição.

Livre e independente predileção.
Indiferente,a qualquer defeito.
Triste incômodo, em perfeição.
Em ilimitado, pulcro conceito.

Desse espólio, tristeza ao vento.
Ideais designados, sem licença
Embatido ,adverso pensamento.
Quão profundo, em parecença.

Comparado, á catraia singrando.
Em tormenta, tão recorrentes...
Arenito ,um barco estilhaçando.
Porém em alma, respingo alente.

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