domingo, 2 de agosto de 2015

CONFISSÃO

Eu confesso,como fazia,lá no passado...
Sonho juvenil,longo tempo ajoelhado.
Então,a Deus,sempre agradecida,tanto.
Que pouco pedia,pois tudo, era encanto.

O encanto juvenil, tão facilmente.
Despertado e colocado, á minha frente.
O futuro estava solto, tarde adentro.
E novo dia, já se fazia, sol no centro.

Quão feliz, cumpri, o que me sugerido.
A felicidade, um exemplar definido.
E, seguramente, passei a viver, assim.
De um grande amor, surgido em mim.

Todo sol poente, jamais foi esquecido.
Horizonte alaranjado, longe, bem vestido.
Labor intenso e novos sonhos crescendo.
Dias alegres, em plenitude vivendo.

O amor, jamais mudou eterno norte.
Em face da felicidade, de grande porte.
Quando um entardecer,diz saudade.
O amor permanece,sendo verdade.

Pode ficar em meu coração, sim!
Pois o verdadeiro permanece em mim.
Uma palavra sincera, a mão amiga...
Esquecendo detritos,deixe que eu siga.



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