quarta-feira, 26 de agosto de 2015

SILENCIOSO

Quando silencioso, denotava proteção.
Poucas palavras, algumas odes...
Saudade eu tenho, daquela sensação.
Maneiras singulares, de amar, tudo que pode.

Jamais, houve um momento, sequer.
Para chorar tuas dores, talvez, dissabores.
Árdua vida, com imprevisões quaisquer.
Porém vencidas,por incansáveis labores.

Foste tu, alguma coisa a mais, assim.
Quando desvio o olhar, para te ver.
Encontro-te, em alguma coisa, em mim.
E desta saudade, me é doce viver.

Tu entardeceste, levemente, e calmo.
Sem jamais macular, a lei da vida.
As leituras domingueiras, teus salmos.
Silencioso, ante a família, reunida.


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