domingo, 6 de setembro de 2015

A DANÇA DO VENTO


Ventania,estica encolhe,furando o vão.
Alisando,encrespando o vento passa.
Pois, quando Deus,abana com a mão.
Como diluída ,e transparente vidraça.

Doce ventania,ás vezes,difunde olor...
Refresca a tarde,balança os galhos.
Porém,quando furacão,medo ,pavor!
Ruas,cidades,todas em frangalhos.

A ventania,alisando os telhados.
Visita, muitos corredores também.
Deixa os vestidos, no corpo embrulhados.
Derriça as flores,e as leva além...

Uiva nas torres, e também cumeeiras.
Espalha vestígios, em diversidade...
Oscula as margaridas, das floreiras.
Rodopia alegre,dentro da tempestade.

A idade do vento,também não existe.
Passa no tempo,porém reincide,pois.
O sopro de Deus,á toda vida consiste.
Espalha aragem,sempre volta depois.

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