quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

EXISTÊNCIA

Cada sensação, que livre  permeia
Encadeada, me sinto mais...
Como tempestade que freia.
Aportado navio, timão em cais.

Livremente, como vento ralo.
Pululando, entre vidraças e muros.
Sem palavra certa, assim me calo.
Com esse antídoto,eu me curo.

Quando a razão exibe certeza.
A emoção, algo mais, diz.
Arriscada pétala,á flor presa.
Feito uma lágrima, por um triz...

Assim, me seguras forte.
Arrazoando-me, esquerda coragem.
Luz intensa, mantida em meu norte.
E minha existência, em vassalagem.


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