domingo, 3 de janeiro de 2016

DESDÉM!


Luz de primavera,o sonho de existir.

Sonhei contigo,chegar ao entardecer.

Porém,tu sempre,atiçado recorrer.

Onde a insatisfação,possa residir.



Contei a ti, todos os meus segredos.

Minhas portas,ao vento o tempo todo.

Abrolharam lírios castos, de um lodo.

Também inoculados,sinistros enredos.



Hoje,depois de tortura tamanha.

Alma,abraça meu corpo em paz.

Lição que me ensina,como se faz.

E de esperança,meu caminho banha.



Assim,uma paz propicia entretanto.

As coisas que desejei sempre ter.

Mais reforçada,eu já a volto crer.

Desdém,jamais, machucará tanto.


Nenhum comentário:

Postar um comentário