quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

QUADRO


Se eu vier a entender, completamente.

O que sou, sem me magoar, sem me ferir.

Pois, distinta, renasço, constantemente.

Como o dia chega, divergente ao partir.



As lembranças, nada custam, a ninguém.

Moradia, de um céu estrelado, ou dia claro.

Desinteressante história, simples detém...

Um ingênuo afazer, tão influente e caro.



As minhas pegadas invisíveis, sumirão.

Dentro do tempo, marcando espaço...

Em ode qualquer, quaisquer coisas lerão.

Embutidas nos riscos, que hoje traço.



Mulher apenas, sem nada a acrescentar.

Uma incorrigível, dentro do desconhecido.

Lenta esperança, que cambaleando no ar...

Como se  descora,um quadro vivido.

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