terça-feira, 1 de março de 2016

RECORDAÇÃO LENTA

Destemida, devoção,assim, quase domina.
Ante a tarde espiar, transparente cortina.
Como um horizonte, de imagem ilusória.
Mão imensa, desenhando uma história.

Abandona sempre, recordação lenta.
Assistida emoção,saudade inventa.  
 Dentre recordação, destemida serenata.
Á luz da lua, simbólica e tão precata.

Permanente rua, um deserto instalado.
Como recordação, um lembrete apagado.
As tantas lembranças, já aniquiladas.
Falam e cantam, outras madrugadas.

 Serenata das montanhas, encantadoras.
Mar soluçando, mil estrelas sonhadoras.
Que reverenciam qualquer dor, enfim.
Um livro,uma história,começo sem fim.

Quando dentro, a lembrança guardada.
A linda manhã, hoje triste madrugada.
Que inventa sempre um novo dia...
Tornando o verídico,apenas fantasia.


Nenhum comentário:

Postar um comentário