sábado, 2 de abril de 2016

ATÉ QUE LIVRE




Tanta possibilidade,escasseou então..
.Sangrando ao vento,respingado.
Um caminho, martelado á mão.
Lembrando onde,sangrou pisado.


Diálogos de antemão,silenciaram
Sozinhos, diante de uma covardia.
Razão e emoção,quanto lutaram.
Resoluta esticada,duma auditoria.


Até que livre,como um albatroz.
Esquecimento, também conclamou.
E uma frieza,livre e veloz...
Elos de aço,simplesmente quebrou.


Então,as manhãs choraram tanto.
Porém gargalharam, ao anoitecer.
Á vida que foi,revoadas de pranto
Plana bem leve,voltou renascer.


Um outono prenunciado claro.
Deixando o cinza atordoado...
Uma noite tranqüila,um sonho raro.
Colocando os fatos,bem lado a lado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário