quarta-feira, 13 de abril de 2016

SOMBRAS

Tu és, minhas sombras latentes.
Rio caudaloso, águas fluentes.
Rompendo o distanciamento...
Em burburinho, suave e lento.

Visto sempre, bem vindo, então...
Aguardado, e guardado, no coração.
Jamais promessa,dividida saudade!.
Amor, soltura impressa em liberdade.

 Amor sincero, com desejo colide.
Quando entre nós, silêncio incide.
Como um caminhar lentamente.
Desenhados livres, elo e corrente.

Intempérie jamais,ao amor imperou.
Este sobreviveu, e também suportou.
Mantendo viva, eterna certeza.
Unidos as sombras, de uma pureza.

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