sexta-feira, 6 de maio de 2016

CONTINUAMENTE


Extenuação escreve, silêncio profundo.
Em dor imensa, e eternamente...
Ações guardadas, redemoinho iracundo.
Rodopiando, em forte enchente.

Em todo silêncio, um barulho qualquer.
Arranhando a consciência do amor...
Rumorosa omissão de voz,sempre quer.
Continuamente recrutar, tamanha dor.

Todo silêncio teu, em mim ressoa.
Repetidamente, um ruído a mais.
Como naves distantes, porém,á proa.
Ventos uivando em longínquos capinzais!

E sem palavras, apenas tua sabedoria.
Exímio doutrinar,em sobressalência.
Deixando-me pobre,nesta agonia.
Querendo romper, tal deficiência. 

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