domingo, 24 de julho de 2016

A REVELAÇÃO

 O tempo, jamais teve pressa, por isso.
Vivemos outros encantos distantes.
Uma saudade vivida, como compromisso.
E todas as lembranças, não vividas antes.

Eu te busquei tanto tempo,sem saber.
Tamanha felicidade,tão  caprichosa.
Cada dia vivido, uma página para ler.
Constituindo assim, fatalidade honrosa.

És meu amor, e de amores me abraça.
Para que eu possa amar, todos os meus.
Doce champanhe borbulhante, numa taça.
Permite-me provar, o que o amor me deu.

Um coração melhor, e muito mais forte.
Um entardecer rosado,uma montanha.
Da felicidade sabor, sendo assim o suporte.
Que simplesmente, doravante acompanha.



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