terça-feira, 13 de dezembro de 2016

EM COMISERAÇÃO

Se, teu coração ainda suportar.
Atingir, os argumentos da razão.
Que em rogativa vem interpelar.
Pois, contundida, triste colisão.

Coração que  só,apenas entende.
Como balanço, assim, te velando.
Essa dor invisível, que me rende.
Portanto, estou eu,te suplicando.

Saber perdoar,eterna nobreza.
Pulcro caráter, se destacando.
Ao pedir perdão, perdura pureza.
Tal como, se estivesse rezando.

Em humilhações, tantas e tantas.
De contas perdidas, dentre rosário.
É emitir palavras, as mais santas.
E culminar ao dolorido calvário.


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