sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

POR DO SOL

Assim, distraidamente, eu encontrei um dia.
 Castelos,ventos,areias, um a um derrubados.
Quando sorrir, uma dificuldade me servia.
Imenso mar solitário, firme e indomado.

As ondas sozinhas, quebrando,recuavam.
Recintos indefinidos, semelhavam esvaecidas.
Flores, em fim de verão sempre amuavam.
Assim, prontamente, esperanças perdidas.

Ensaios tantos, com alguém adequado.
Antíteses amorosas, que fizeram sofrer.
Entre contradições, só sonho acabado.
Quando em tuas mãos, inusitado renascer.

Meu por do sol inserido, tua terra fecunda.
Sedução de teu sorriso, sem jamais resistir.
Apagando devagar, percepção iracunda.
Sensação mais  doce, que eu pude sentir.

Então, começavam a brilhar expectativas.
Uma nova pessoa morava dentro de mim.
Galgando mais livre em esperanças vivas.
Encontrava-me contigo, encontrava-me, enfim.







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