sábado, 17 de dezembro de 2016

POSTERIORMENTE

Róseo ocre, assim, beijado  pelo sol.
Completamente, só, e ornamentado.
Com uma luz cadente, ao arrebol.
Precedente do dia anunciado...

E aperfeiçoa sempre, outro lado.
Assim, jamais arrisca desarrimar.
Pela beleza, eterno contaminado.
Contando estrelas,vive a vagar.

Esconde lindo rosto, nas elevações.
Repete a mesma cena todos os dias.
Galga as escadas, sem corrimões.
Escreve vida aos ventos,em poesias.

Se,só amar, uma alma alenta.
Que seja assim, enquanto houver.
Elegante elo,a fé apascenta.
Posteriormente, como Deus quiser.





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