sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

UMA PALAVRA

Sem desculpas, não se vive.
Dentre eterna imperfeição...
Quando aferro em declive.
Espezinhando o coração.

Coração, que sempre dita.
Quando preciso lapidar...
Uma palavra mais bonita.
Para alguém interpretar.

Mas, o limite espremido.
Entra em contradição...
Feito um sonho combalido.
Que vai fugindo da razão.

Porém, a essência, desbarata.
Quando ama, pois, então...
Uma alma mais sensata.
A doutrinar pedir perdão.
  

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