quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

VOZ DA RAZÃO

Sereno e calmo, voz de firmamento.
Caindo em meus ouvidos, eu senti.
Livre sintonia,expressividade vivi.
Uma noite brilha,em movimento.

Quanta saudade,pude constatar.
Uma perda irreparável  também.
Semelhando um recado do além.
E a voz da razão delibera arrazoar.

Dentre caminhos,doridos,pisados.
Entardecendo,em  lustro do saber.
Quanta tristeza, ao te desmerecer.
Deixando tanto amor, abandonado.

E a cada solidão, que revivo sem ti.
Repenso, quanta angústia causei.
Decididamente, jamais me perdoei.
Aferindo a nobreza, amor que perdi.

O tempo em nós,sério computa.
Porém ,cabível alguma resposta.
Avaliando,quem ama,ou só gosta.
Páginas vivas, que a vida minuta.

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