domingo, 1 de janeiro de 2017

ESQUINAS

Meu amor, esquinas de solidão.
Colocaste tu,em meu caminho.
Demudaste brisa tépida,em furacão.
Vento arejado, em redemoinho.

Um silêncio, agora esmagador.
Toma contorno, exibe conduta.
Condoído pecado, meu doce amor.
Razão e emoção, em eterna disputa.

A indiferença, truculência voraz.
Quando atirado, ao silêncio total.
Aspecto angélico, pulcro e audaz. 
Porém, apoderado de tanto mal.

Porém, o doce sonho permanece.
Encontrar, em diferente pessoa...
Amor, anseio, que jamais fenece.
Renascendo, feito sementeira boa.


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