sábado, 29 de abril de 2017

POEMA NA MÃO

Sinceridade, curta e  rara.
Talvez completa inversão...
Que quando mira na cara.
Me joga um poema na mão.

Eu tento aludir ingenuidade.
De um jeito quase infantil...
Pois, que a bem da verdade.
Jamais toca, meu ponto vil.

Quero viver em paz, e poder.
Olvidar os rechaces fortuitos.
Quando a arte de bem viver.
Sempre a frente de meus intuitos.

A infelicidade, geralmente.
Gritante, age sem perceber.
Quando caminha na frente.

Uma triste alma a empobrecer.

Nenhum comentário: