quinta-feira, 29 de junho de 2017

A VOLTA

Assim, transcorrendo pelo caminho.
Ou uma rua cheia de graça...
E da liberdade um burburinho.
Com uma lembrança, dentro da taça.

A mão estendida e o corpo leve.
Nuvens ornando, múltiplas formas.
Deixando o vento, que as carregue.
Saudando livre, suaves normas.

Um nevoeiro perpassa, em revoadas.
Pairando passos, em vendavais.
São os mistérios, são as coordenadas.
São constatações, que dizem mais.

Esboçam no céu, brilhantes estrelas...
Acendendo esperanças, pelos caminhos.
Desprendidos vitrais, a enaltecê-las.
Embriagados pelo mesmo vinho.

Encanecido dentro do coração.
Quando armazenado pela lembrança.
O amor adentra, pelo antigo vão.
Reescreve saudade,e triste avança.

Pelas linhas retas do pensamento.
Que passeiam junto do olhar...
Douradas estrelas no firmamento.
Ornamentam a noite,que vai desfilar.

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