quinta-feira, 27 de julho de 2017

PROSAICAS AMIÚDES

Quadro recorrente, extensão da poesia.
E a mão da lógica, reescreve a rotina.
Expressiva prevista, a luzidia divina.
Grito livre, forte, silenciando à afasia.

Pequenas catraias,só vistas do confim.
Púberes caravelas, no círculo dos ventos.
A composição, dos apartados sentimentos.
Sem contradições, mas diferentes, enfim.

Estático deslembra instantes viscerais.
Anseia apenas, velejar simplicidade.
Extermina enfim, entornada veleidade.
Linda renasce, dentro de meus vitrais.

Recorrente declínio,de prosaica amiúde.
Encrespando, se soltando em respingos.
Asas, gaivotas, alçar de livres flamingos.
Boceja à tarde, em triscado encanto rude.

Céu condecorado, odorosas celestinas.
Lampejam reluzido entusiasmo, então.
Cai repetidamente, esfumada sensação.
E o mar boceja, na soneira das neblinas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário