quinta-feira, 3 de agosto de 2017

QUANDO A VIDA

Com que expressão suave, essa paz!
Acomoda-se agora, em pulcro momento.
Como a varredura leve que o vento traz...
Em positivismo rimado pensamento.

Porque padecemos tanto, por nada?
Ás vezes permaneço só, me perguntando.
A paz, se permite ser angariada...
Luz apascentadora nos encaminhando.

Os olhos, sempre chegam primeiro.
Depois um toque, e tudo mais...
Contradições entre o falso, e o verdadeiro.
E mil desanimações gerais...

Gratuitamente buscamos então...
Quando a vida, já mostra uma pausa.
Caindo solta, a paz, dentro do coração.
Assim, sem questionar, justa causa.

Momentos, os tais momentos!
Que nada mais, esticam além...
Apenas, desenham os sofrimentos.
Empecilhos turvando viver bem.

Então, como essa paz, agora.
Estipulando algo premeditado, e dito.
Quando sem importar, tempo e hora.
Porém, em um plano, quase infinito.

Vesti-la, como uma noite bem dormida.
Abraçando um travesseiro melodioso.
Encontraremos mais prazeres nesta vida.
Em lindo sonho, doce e harmonioso...


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