sábado, 30 de junho de 2018

ACERVO

Coração, de um poeta sem nome.
Sucumbindo , mediante o legado.
Entre alegrias ,as dores consome.
Contemplando melancólico recado.

Estrela bruxuleante, tão diferente.
Enquanto anoitece em inspiração.
Uma noite enseja, a poesia latente.
Fazendo ruído, dentro do coração.

Acervo de odes, dentro da alma.
Mira alvejando um ponto qualquer.
Luz da beleza, o ponto da calma.
Abalares simultâneos, vida requer.

A inspiração remexendo, contudo.
Abrindo as gavetas, ás sensações.
Feito cancioneiro, gritante e mudo.
Que traz embutidas, belas canções.

O coração de poeta, tristonho fato.
O grande acervo,  incompreensível.
Entendimento prolixo, sensível nato!
Somente  poesia , tornando  visível.


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