quinta-feira, 28 de junho de 2018

VITAL

Cedendo  corpo, mãe Terra querida.
Em constituição, sagrada e benzida.
E toda a existência, abraça, protege.
Tão naturalmente, coordenando rege.

Amor absoluto, e condizentes exatos.
Quando os primeiros, lampejos natos.
Imensidões de montanhas, frondosas.
Minúsculas essências, tão poderosas.

Os átomos de cada existente asilado.
Em muitas massas, tão comumente.
Mistérios, para serem desvendados.
Vêm prevalecer, em cadeia existente.

Em vosso cerne, bem voluntarioso.
Alimenta, nutre, doce brio fervoroso.
A devolver com a precisão acabada.
Uma luz do preceito, tão consumada.

Gênero materno, o lampadário feito.
Um imacular, um caminho perfeito.
Mãe doutrinando  um amor natural.
Nutrindo toda vida, em um seio vital.

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