Em
uma estrela,eu encontrada contudo.
Submergidos encantos, eu sem perceber.
Distraidamente
vivo, entre nada, e tudo.
Quando
inundante, meu inquietante ser.
O vento
induze também , longe de mim.
O
meu pensamento, a minha inspiração.
Mediante
um entardecer, sou o estopim.
Deitando
as labaredas, no meu coração.
Amanhecendo submergida,pela oração.
Quando
um dia chegando, tanto inspira.
Numa
janela do olhar, quanta elevação.
Enquanto
na longitude,a liberdade
estira.
Alegre
luar, quando beijando
a montanha.
Extraindo
o sono, vendo a poesia rondar.
Inebriada
sempre, uma expressão arranha.
Rabiscado
livre, princípio do ímpeto rimar.
Á
minha procura,
observando, minha vida.
Encontrando os resquícios, nos concordes.
A
tais palavras, e completamente repetidas.
Coerência ás crises,consertadas desordens.
Nenhum comentário:
Postar um comentário