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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

REVELADORA

As insípidas palavras, sempre caíram.
Como a chuva abundante, no coração.
Fazendo ruir,uma comportada emoção.
Então para sempre, e para mim fluíram.

Assim abundantes, quanto hospitaleiras.
Contendo, as numerosas apresentações.
Uma alma mostrando, em asseverações.
Reveladoras esperanças, fluindo inteiras.

Um sol clareando, um olhar esperançoso.
Em nuvens desfilando, um tempo modelo.
Uma neve tingindo, branquejando  cabelo.
Enquanto vem amor, majorando honroso.

Um tempo declara, quando ainda sobra.
Talvez, um lamento dificultada contenção.
Possibilitando até, uma verdadeira razão.
Quando ainda abundante, vivência sobra

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