As
insípidas palavras,
sempre caíram.
Como
a chuva abundante, no coração.
Fazendo ruir,uma comportada emoção.
Então
para sempre,
e para mim fluíram.
Assim
abundantes, quanto hospitaleiras.
Contendo,
as numerosas apresentações.
Uma
alma mostrando, em asseverações.
Reveladoras
esperanças, fluindo inteiras.
Um
sol clareando, um olhar esperançoso.
Em
nuvens desfilando,
um tempo modelo.
Uma
neve tingindo, branquejando cabelo.
Enquanto
vem amor, majorando honroso.
Um
tempo declara, quando ainda sobra.
Talvez,
um lamento dificultada contenção.
Possibilitando
até, uma verdadeira razão.
Quando
ainda abundante, vivência sobra
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