Não
fosse assim,
tonalidade o doce
encanto?
Que
me ilumina inteira, quando vem a manhã.
Uma
purpurina, um róseo tonalizando a maçã.
Uma
divina beleza, arremessando seu manto.
Que
fazendo do coração, essa alma
minha.
Em
êxtase ,impulsionando de leve novo
dia.
Vindo
rezando em silêncio, uma Ave Maria.
Alçando
um voo, nas asas, da ave marinha.
São
dias inteirinhos, juntamente desenrolam.
Apenas
em poucos instantes,
milênios vividos.
Quando
reiterando, nos
entusiasmos contidos.
Juntos,
encantamento e inspiração,
embolam.
Eu
tenho mais dias, presumindo,
para viver.
Podendo
pensar no quanto,eu ainda
quero.
Levada
pelo tempo,
o qual eu tanto venero.
Quanto
a montanha verde, meu amanhecer.
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