Luz
dos dias, repintando
os tão coloridos.
Onde
encontro, um semblante, tão morno.
Talvez, viva agora,
novamente os vividos.
Precederam
amor, fugindo sem o adorno.
Quantas
saudades, ainda
tanto sentidas.
Todas
as histórias, sabidas, e nem contei.
Repensando,
escrevendo, cartas já lidas.
Amareladas
ao tempo, enquanto aguardei.
Dentre
passado, arrastando
os tesouros.
Atualmente
presente,
fazendo ainda viver.
Plantadas
sementes, fortes
ancoradouros.
Como
um jardim, já começando florescer.
A
viagem definindo,
seguindo doravante.
Como
uma parte, buscando uma junção.
Feito
teus olhos, umas
contas brilhantes.
A iluminarem,
enquanto minha
definição
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