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sábado, 2 de fevereiro de 2019

DESALENTOS

Catalisando a inspiração, inserindo lisura.
Infinito, uma alma versejando nos mundos.
Enquanto poeta, um sentimento conjectura.
Versejando vai, seus desalentos profundos.

Reconhecendo, a quaisquer versos soltos.
Simplesmente tentando, termos rimarem.
Quando despencando, os poemas envoltos.
Compondo doridos, e tão triste a vagarem.

Poesias captadas, nascendo lentamente.
Pensamentos temáticos, riscados versos.
Uma imagem teimosa, tão inconsequente.
Deixando, tantos pensamentos dispersos,

Quando uma lua, desvendado um enredo.
 Abandonando a noite, com o amanhecer.
Relatando claro, e historiando esse medo.
Amando o coração poeta, podendo  sofrer.

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